Duplicação e reforma de rodovias no Estado

Governo do Estado vai traçar estratégias para que ocorra uma integração modal entre portos, aeroportos, rodovias e ferrovias

Duplicação e reforma de rodovias, ampliação de portos e aeroportos e, ainda, investimentos na malha ferroviária capixaba vão ser ações que o governo do Estado vai traçar por meio do Comitê do Eixo Integração Logística, criado na última quarta-feira .

O comitê, formado pelas secretarias de Transportes e Obras Públicas; Economia e Planejamento Desenvolvimento; Turismo; e pela Procuradoria Geral do Estado, vai discutir e propor os projetos logísticos que são fundamentais para o desenvolvimento do Espírito Santo.

O secretário de Estado de Transportes e Obras Públicas, Fábio Damasceno, explicou que o objetivo desse comitê é criar um plano logístico para o Estado: “A partir de algumas diretrizes que já foram traçadas, vamos buscar uma integração modal entre portos, aeroportos, rodovias e ferrovias;”
Damasceno afirmou que a logística é essencial para manter. a competitividade das empresas e atrair investimentos para o Estado.

Quantos aos projetos prioritários, o secretário citou os aeroportos do Estado: “Hoje o setor aeroportuário é um grande gargalo. Por isso, temos que buscar parcerias não só para o aeroporto de Vitória, mas também para investirmos nos aeroportos regionais;”

Damasceno destacou ainda que a ampliação dos portos e a conclusão de projetos como a dragagem da Baía de Vitória devem ser debatidas para que o Estado se mantenha forte no comércio exterior.

“Outro desafio que o comitê terá pela frente é promover a ampliação e a recuperação da malha rodoviária, já que, dos 6 mil quilômetros de estradas federais e estaduais que cortam o Estado, só 4 mil quilômetros são pavimentados”, diz.

Os planos serão debatidos e criados pelo comitê até o final de fevereiro, quando as propostas deverão ser presentadas no Seminário de Planejamento Estratégico, que ocorrerá nos dias 22, 23 e 24 de fevereiro: “A partir de então, vamos fechar uma versão do plano de governo e uma carteira de programas para os próximos quatro anos;”

Fonte : Site Sindiex